08 Setembro, 2006

Quem não faz, foi feito!

Bobagem a parte, e verdades sejam ditas; engar-mos-ei.

Facil é compreender coisas que um idiota cospe da boca pra fora sem ao menos ter a minima noção de um porque para um bom e simples objetivo. simple!

Tá, não creio que me compreendão e quão menos queirão isso e no demais a maior duvida de alguem, sé é que alguem visita isso! é ver como sou tão confuso comigo mesmo, mas é ai mas é ai que westa a graça de ser como sou? bem diria eu que não assim de simples e bom grado.

ninguem sabe bem como nem porque; mas de uma coisas temos completa conviquição que seja a mais pura realidade de mais nada é que somos alguem que deveria fazer e não ser feito! senotarem bem eu sempre me faço e nunca ou quase nunca sou alguem modelado pela imagem de outra pessoa; quantos de vocês podem dizer isso?

Fazer para não ser feito, mesmo que assim você seja o unico entre dez bilhões de idiotas que se moldam e se deixão moldar pela imagem de alguem ou alguma coisa á qual almejão.

continuo a discutir sobre mim para minha propria pessoa outra hora, pois agora a fome me assola!

BY HAPPY, DON'T WORRY

Jeffsom Oliveira Souza

17 Agosto, 2006

Postos Preteritus Passados

Passando somente ou indo em frente; seja lá como for, ou talvez como tenha que ser?


Não me atrevo mas a dizer nada de mim para ninguem, tal quanto há você.
Futuro que vem e não se vé, és feliz porque sugas o que de outros retem.
Brigas vão e vem, mas preterito do teu futuro e presente do teu novo passado.
Diga o que quiseres de mim para quem souberes o que iras ouvir.
Juras de que não és e de que jamais deixara de ser!
Vivemos de mentiras, não que tu mintas tão quão eu.
O que se passas aqui é que tu te enganas se pensas que ès feliz; e eu se acho que esquecerei.
Mentira maior é dizer que sei que verdade digo, pois mentir para mim é veneno que me salvas a vida.
Beixando-me enebriar-me sobre meus delirios, e sobre tuas falsas ditas por mim, Verdades?
Só a ti possus confessar, que mentira maior que o meu amor não há!
Embora exista a muito não pode perdurar.
Pois se em um já não existe para firmar, verdade? dizem que é tu.
Mas há mim que vivo mantem, só queria não ser dela apenas mais um refém.

Jeffsom Oliveira Souza

15 Agosto, 2006

Feliz?, retorno!

Faz tanto tempo que não escrevo nada que nem saberia bem por que recomeçar; mas fez-me vontade hoje de ter um ponto aonde por ideias e deixa-las para quem quer que chegue aqui e quem sabe um dia adciona-las a algo maior. Ou meso quem sabe um dia re-ler tudo e ver que não era tão sabio o quanto pensava eu ser!

Venho de longa data a viver por viver, mas não sei quando nem bem onde; so sei que mudei muito de uma pessoa fria e inerte para alguem que deixou a inercia e passou a ser pelo menos que um pouco mesmo dependente de ações para reações; queria chegar um dia a ver a vida bem como há via à muito tempo atraz... mas não da mesma forma, talvez; quem sabe so um pouco igual ao que imaginava eu ser as coisas fulgases que me fizeram estar aqui e ser o que tento aparentar ser.

Não sei bem, com dizer as coisas para algumas pessoas; ou mehor. Ultimamente não sei me expressa r para com ninguem.
Não quero fazer aforismos, sim falar como somente eu poderia dizerr e como somente eu sinto; pois mesmo que alguem consiga sentir ou passar por algum sentimento similar a este não será jamais igualavél, memso que possa ser pior que o que sinto no ultimo ano.

Sei que não devo e nem posso culpar ninguem aqui por estar assim ou por ser assim, so a mim mesmo; mas sei que existem pessoas que achão e ate umas que realmente me conhecem que ao lerem este meu relato dirão que são parte disto ou talvez até o motivo.
bem, digo que pode até haver conexistencia de algo para conpartilhar nisto, mas nada é o motivo ao qual me sinta assim...

Bem para por aqui antes que enrole mais o que já nem eu mesmo compreendo bem, se é que compreendo!

07 Setembro, 2005

Tás a ver?

"A vida é feita de pequenos nadas / que a gente saboreia mas não dá valor / um pensamento, uma palavra, uma risada / uma noite enluarada ou um sol a se pôr / um bom dia, um boa tarde, um por favor – simpatia é quase amor – uma luz acendendo, uma barriga crescendo / uma criança nascendo, obrigado, Senhor / seja lá quem for o Senhor / seja lá quem for a Senhora / a quem quiser me ouvir, e a mim mesmo / preciso dizer tudo o que eu estou dizendo agora / preciso acreditar na comunicação / não há melhor antídoto pra solidão / e é por isso que eu não fico satisfeito / em sentir o que eu sinto, se o que eu sinto fica só no meu peito / por mais que eu seja egoísta / aprendi a dividir minhas derrotas, e minhas conquistas / nada disso me pertence / é tudo temporário no tapete voador do calendário / á que temos forças, pra somar e dividir / enquanto estivermos aqui / se me ouvires cantando, canta comigo / se me vires chorando, sorri."

"A vida é feita de pequenos nadas" mais verdade impossivel, na clareza deste pensamento só posso dizer que é isto que é a vida. Um simples e tedioso nada de tudo que não somos, fomos ou se quer um dia chegaremos ser. UM GRANDE NADA, "que a gente saboreia sem dar valor" e que valor poderiamos infringir ao nada? Por apenas "um pensamento, uma palavra, uma risada", é nisto que a vida nos tranforma!, pessoas que não sabem que até em " uma noite enluarada ou um sol a se pôr" existe algo ali... o mesmo algo que nos ignoramos como se fosse nada, o nada de "um bom dia, um boa tarde, um por favor – simpatia é quase amor – uma luz acendendo, uma barriga crescendo".
Ha coisas tão simples na vida tais como "uma criança nascendo, obrigado, Senhor; seja lá quem for o Senhor seja lá quem for a Senhora", seja la o que for sdessa visda so o que posso dizer é que "a quem quiser me ouvir, e a mim mesmo preciso dizer tudo o que eu estou dizendo, agora preciso acreditar na comunicação; não há melhor antídoto pra solidão; e é por isso que eu não fico satisfeito; em sentir o que eu sinto, se o que eu sinto fica só no meu peito; por mais que eu seja egoísta; aprendi a dividir minhas derrotas, e minhas conquistas; nada disso me pertence; é tudo temporário no tapete voador do calendário á que temos forças, pra somar e dividir enquanto estivermos aqui se me ouvires cantando, canta comigo se me vires chorando, sorri."
Viva o hoje pois o amanhã ainda não existe, o ontem ja se foi e o minuto que se segui ainda não chegou, vivendo cada segundo que estamos no presente como se ele jamais possa acontecer novamente. Porque na certa ele jamais acontecera novamente.
Jeffsom Oliveira Souza

11. Tás a ver? - Gabriel o Pensador

Estás a ver o que eu estou a ver? / Estás a ver? estás a perceber? / estás a ouvir o que eu estou a dizer? / Estás a ouvir? Estás a perceber? / Eu tenho visto tanta coisa nesse meu caminho – nessa nossa trilha, que eu não ando sozinho – tenho visto tanta coisa, tanta cena… / mais impactante do que qualquer filme de cinema / e se milhares de filmes não traduzem, nem reproduzem / a amplitude do que eu tenho visto / não vou mentir pra mim mesmo, acreditando / que uma música é capaz de expressar tudo isso / não vou mentir pra mim mesmo, acreditando / mas eu preciso acreditar na comunicação / mas eu preciso acreditar / não há melhor antídoto pra solidão / e é por isso que eu não fico satisfeito / em sentir o que eu sinto, se o que eu sinto fica só no meu peito / por mais que eu seja egoísta / aprendi a dividir as emoções, e os seus efeitos / sei que o mundo é um novelo, uma só corrente / posso vê-lo por seus belos elos transparentes / mudam cores e valores, mas tá tudo junto / por mais que eu saiba, eu ainda pergunto:
Tás a ver? A vida como ela é Tás a ver? A vida como tem que ser Tás a ver? A vida como a gente querTás a ver? A vida pra gente viver
“…Já que a vida é feita de pequenos nadas…”
Tás a ver? a linha do horizonte / a levitar, a evitar que o céu se desmonte? / foi seguindo essa linha que notei / que o mar na verdade é uma ponte / atravessei-a e fui a outros litorais / e no começo eu reparei nas diferenças / mas com o tempo eu percebi, e cada vez percebo mais / como as vidas são iguais, muito mais do que se pensa / mudam as caras / mas todas podem ter as mesmas expressões / mudam as línguas, mas todas têm / suas palavras carinhosas e os seus calões / as orações e os deuses também variam / mas o alívio que eles trazem vem do mesmo lugar / mudam os olhos e tudo o que eles olham / mas quando molham, todos olham com o mesmo olhar / seja onde for, uma lágrima de dor / tem apenas um sabor e uma única aparência / a palavra saudade só existe em português / mas nunca faltam nomes se o assunto é ausência / solidão apavora, mas a nova amizade encoraja / e é por isso que a gente viaja / procurando um reencontro, uma descoberta / que compense a nossa mais recente despedida / nosso peito muitas vezes aperta, nossa rota é incerta / mas o que não é incerto na vida?
Refrão
A vida é feita de pequenos nadas / que a gente saboreia mas não dá valor / um pensamento, uma palavra, uma risada / uma noite enluarada ou um sol a se pôr / um bom dia, um boa tarde, um por favor – simpatia é quase amor – uma luz acendendo, uma barriga crescendo / uma criança nascendo, obrigado, Senhor / seja lá quem for o Senhor / seja lá quem for a Senhora / a quem quiser me ouvir, e a mim mesmo / preciso dizer tudo o que eu estou dizendo agora / preciso acreditar na comunicação / não há melhor antídoto pra solidão / e é por isso que eu não fico satisfeito / em sentir o que eu sinto, se o que eu sinto fica só no meu peito / por mais que eu seja egoísta / aprendi a dividir minhas derrotas, e minhas conquistas / nada disso me pertence / é tudo temporário no tapete voador do calendário / á que temos forças, pra somar e dividir / enquanto estivermos aqui / se me ouvires cantando, canta comigo / se me vires chorando, sorri.

04 Setembro, 2005

Meu contos parte 1

Esta é a primeira parte de uma das diversas estorias que stou a escrever, espero que gostem.
Do inicio



Ano 1431 d.c. em plena a guerra dos 100 anos, em seu auge para ser mais exato. Estávamos à descansar da guerra que já durava tantos anos e fizera nossos pais e avós morrerem. Estávamos ali não apenas para nos libertarmos e sim para nos vingarmos, daqueles que tentaram nos roubar e que por muitos tempos nos afligiram, Joana ainda era dita como louca, mas muitos acreditavam nela, porém nosso destino era outro.


Minha amada companheira nos acompanhava, e havíamos a deixado para atrás, pois era uma zona bastante hostil. Soldados ingleses poderiam nos atacar a qualquer momento, mas ao cair da noite voltando ao nosso acampamento, repentinamente fomos atacados. Não por nossos verdadeiros inimigos. Quem eram ou o que eram, na hora não consegui notar, mas sentia em mim que logo iria descobrir. Atirávamos, porém, parecia não os afetar em nada. Quando o nosso desespero chegou ao máximo saímos a correr em direção às mulheres e gritando: “corram, corram!!” Quando chegamos lá, estas haviam desaparecido. Rastros de sangue, por todos os lados. Mas, o que poderia acontecido ali?


Senti-me tomado pelo ódio, só pensava em matar ou morrer, mas derrepente senti uma forte e súbita perfuração, meu pescoço havia sido penetrado por uma bala, talvez não, porém antes de cair tive a leve sensação de vê-la pela última vez, pensei estar morrendo, mas, não. Porque eu haveria de estar vivo? Após um ataque mortal...


Pesadelos desgraçados!!!, me afligem há anos... Por que ainda me sinto culpado? Não fiz esta escolha, sinto-me tão preso a isto e é como se não pudesse me libertar.
Será esse o meu destino? Poderia seguir em frente? Como faço? Sei que escolhi viver, porém, às vezes sinto-me culpado por todos aqueles que deixei há tanto tempo para trás. A vida foi muito curta para aqueles que viveram ao meu lado. Agora, sou imortal. O que alguns chamaria de dádiva, para mim tem sido uma praga há mais de 500 anos...


As noites cinzentas me fazem ver e sentir cada vez mais o ser que me tornei, sinto-me cada vez, mas corrompido, mas um dia eu me vingarei por você. Seja quem for sei que ainda esta vivo, e que esta a minha espera; acho bom que estejas preparado pois a minha vingança será eternizada.
Continua...

03 Setembro, 2005

RECONHECIMENTO DO AMOR


Amiga, como são desnorteantes Os caminhos da amizade. Apareceste para ser o ombro suave Onde se reclina a inquietação do forte (Ou que forte se pensa ingenuamente). Trazias nos olhos pensativos A bruma da renúncia: Não queiras a vida plena, Tinhas o prévio desencanto das uniões para toda a vida, Não pedias nada, Não reclamavas teu quinhão de luz. E deslizavas em ritmo gratuito de ciranda. Descansei em ti meu feixe de desencontros E de encontros funestos. Queria talvez - sem o perceber, juro - Sadicamente massacrar-se Sob o ferro de culpas e vacilações e angústias que doíam Desde a hora do nascimento, Senão desde o instante da concepção em certo mês perdido na História, Ou mais longe, desde aquele momento intemporal Em que os seres são apenas hipóteses não formuladas No caos universal Como nos enganamos fugindo ao amor! Como o desconhecemos, talvez com receio de enfrentar Sua espada coruscante, seu formidável Poder de penetrar o sangue e nele imprimir Uma orquídea de fogo e lágrimas. Entretanto, ele chegou de manso e me envolveu Em doçura e celestes amavios. Não queimava, não siderava; sorria. Mal entendi, tonto que fui, esse sorriso. Feri-me pelas próprias mãos, não pelo amor Que trazias para mim e que teus dedos confirmavam Ao se juntarem aos meus, na infantil procura do Outro, O Outro que eu me supunha, o Outro que te imaginava, Quando - por esperteza do amor - senti que éramos um só. Amiga, amada, amada amiga, assim o amor Dissolve o mesquinho desejo de existir em face do mundo Com o olhar pervagante e larga ciência das coisas. Já não defrontamos o mundo: nele nos diluímos, E a pura essência em que nos transmutamos dispensa Alegorias, circunstâncias, referências temporais, Imaginações oníricas, O vôo do Pássaro Azul, a aurora boreal, As chaves de ouro dos sonetos e dos castelos medievos, Todas as imposturas da razão e da experiência, Para existir em si e por si, À revelia de corpos amantes, Pois já nem somos nós, somos o número perfeito: UM. Levou tempo, eu sei, para que o Eu renunciasse à vacuidade de persistir, fixo e solar, E se confessasse jubilosamente vencido, Até respirar o júbilo maior da integração. Agora, amada minha para sempre, Nem olhar temos de ver nem ouvidos de captar A melodia, a paisagem, a transparência da vida, Perdidos que estamos na concha ultramarina de amar.
Carlos Drummond de Andrade

01 Setembro, 2005

Prefácio





Prefácio

Muitos pergutaram o porque de prefácio, bom um porque nem posso dizer agora por dois motivos.

1º Não há um porque.
2º Mesmo que houve-se eu ainda não o conheço.

Então deixando esta inicial enrolação de lado e começando o texto que já esta em sua Sexta linha e não ha nem uma explicação e quanto menos sentido digo que não é simples falar e o que tenho para dizer talvez quem leia me chame de Bobo, fraco, fragiu ou até mesmo mulherzinha, mas saibam que escrevo isto por ser uma pessoas que se sente melhor ao falar o que sente e pensa. Mesmo que não em fatos e que nunca chegue a dizer para quem devo, o que quero e o que deiva para quem posso, mas é; sou assim mesmo este ser patetico e digno de pena o proprio qual que não consegui se quer dar uma continuidade nesta sua mesquinha e indigana vida, se meu irmão ler isto ira sublinhar certas linhas e dizer que eu estou indeciso, como medo ou que não ha sentido no que esta escrito...

Bom sentido pode não haver mais vamos ao que interessa não é?. Pra começar a falar isso começou a mais ou menos dois meses e chegou a estourar e ficar no seu fim a pouco tempo. Não era propriamente um final ou mesmo um tempo, não sei como definir só o que posso dizer é que ali acabou por um tempo ou quem sabe para sempre. cheguei e pensar em diversas maneiras de conseguir voltar e pensando que talvez se aquilo nao tive-se acontecido ou se eu tive-se feito isto antes... Não sei o porque destes pensamentos e o que vejo é que infelizmente não podemos provar as duas facies da mesma moeda, o que nos resta fazer é joga-la para cima e deixar a sorte escolher um lado para seguir-mos, ou então escolher um lado e ver no que ele nos leva.
Deixar a moeda depé sem escolher um lado é pensar que da para ficar encima do muro pelo resto da vida e ser feliz, se você me disser que consegue fazer isto lhe digo que você é mais mentiroso consigo mesmo que comigo; já que não ha possibilidade de se ser feliz parado no tempo, pensando no que foi ou deixou de ser.
E para piorar estou meio que assim, mas eu penso em diversas maneiras de sair só que ainda não consegui tirar os pês do chão porque ainda me sinto bastente presso à este sentimento, e até consigo andar com este sentimento, e por ele; mais isso está me cansando um pouco, mas o que digo é que vou leva-lo comigo até onde possa conseguir chegar e se ele voltar a ser leve como foi um dia e tão maravilhoso como ja foi eu ainda reformularei muita coisa e saberei como não fazer mais certas coisas e o que fazer com outras.
Nestes dias agora, tenho encontrado novas amizades Caulita uma boa e grande amiga, mesmo nunca tendo falo com ela pessoalmente ou se quer pelo msn, mais ja sinto que nela posso ter um bom tanto de amizade e conselhos caso precise de uns algum dia, outra pessoa que esta a me ajudar bastante é uma amiga online no msn a qual devo agradeçer ao Willian por ter me indicado, sem ela talvez não esteve-se conseguindo seguir tão firmemente e com uma clareza de pensamentos mais limpas, porque embora ainda estejam embaçados; já estão bem mais facieis de compreender e lhe dar com eles para poder seguir em frente.
Planos até tenho e vou segui-los e tentar faze-los tornarem-se realidade o mais rapido possivel porque isto será bom para min e para minha grande pequena vida.
Jeffsom Oliveira Souza